terça-feira, 9 de julho de 2013

Quinta do "Moinho Cansado"

Esta Quinta localiza-se na Freguesia de Antuzede (Coimbra), zona agrícola por excelência nos campos do baixo Mondego. A casa principal dispõe de dois andares no entanto, não tem nada para ver e está muito degradada sendo muito perigoso circular dentro dela devido à instabilidade dos pisos, todos eles em madeira. O mais interessante desta visita, além do moinho eólico a repousar sobre o telhado da casa principal, foi a zona da adega que ainda conserva alguma coisa no seu interior apesar de ter o telhado muito danificado. Toda a zona circundante à casa está tomada pelo mato o que dificulta a obtenção de planos mais reveladores. 
Não disponho de mais informações.







sexta-feira, 28 de junho de 2013

Saudade de ti

Constituída em Coimbra no ano de 1956, esta empresa dedicava-se às atividades de indústria de serração, corte e polimento de mármores.
Em 1966, transfere as suas instalações e expande o seu ramo de atividade à execução de qualquer tipo de Pedra (mármores, calcários, granitos, ardósias e xistos) para a construção civil (ombreiras, vergas, peitoris, escadas, lareiras, forros exteriores para prédios, lambrins para casas de banho, halls, pisos decorativos, etc).
Passou a dedicar-se também à execução de Peças Específicas: Arte Sacra, Esculturas, Estatuetas, etc.
De acordo com dados no site institucional da organização referentes a 2011, o seu quadro técnico era constituído por 28 funcionários qualificados, e com larga experiência no ramo, distribuídos pelas secções de Desenho, Fabrico e Administração.
Esta “fábrica”, encerrada em 2012, é a mais recente baixa do praticamente extinto e imponente núcleo industrial da Pedrulha, na zona norte do município de Coimbra.


















segunda-feira, 24 de junho de 2013

Companhia de Papel de Góis

A Companhia de Papel de Góis, foi fundada em 1912 na localidade de Ponte de Sótão pela mão de Francisco Inácio Dias Nogueira, político e empresário com direito a busto no Largo Francisco Inácio Dias Nogueira, claro está.
Dando continuidade ao ramo do papel já existente na região e explorando a preciosa água do Sotão (afluente do Ceira que, por sua vez, o é do Mondego), esta fábrica ajudou a consolidar esta indústria. Foi também muito importante para o desenvolvimento tecnológico na Região visto que foi necessário construir a Central Hidroelétrica de Monte Redondo, o que permitiu que Góis fosse possuidora de iluminação elétrica pública antes mesmo de Coimbra (capital de distrito).

De acordo com o que pude apurar, esta fábrica fez prosperar a pequena localidade onde se fixou  empregando mais de 300 trabalhadores, terá fechado "há mais de duas décadas" dando origem a um drama social local. "Falta de visão" terá sido o problema desta gigante adormecida entre as serras e junto ao rio...