quarta-feira, 28 de agosto de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Quinta do "Moinho Cansado"
Esta Quinta localiza-se na Freguesia de Antuzede (Coimbra), zona agrícola por excelência nos campos do baixo Mondego. A casa principal dispõe de dois andares no entanto, não tem nada para ver e está muito degradada sendo muito perigoso circular dentro dela devido à instabilidade dos pisos, todos eles em madeira. O mais interessante desta visita, além do moinho eólico a repousar sobre o telhado da casa principal, foi a zona da adega que ainda conserva alguma coisa no seu interior apesar de ter o telhado muito danificado. Toda a zona circundante à casa está tomada pelo mato o que dificulta a obtenção de planos mais reveladores.
Não disponho de mais informações.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Saudade de ti
Constituída em Coimbra no ano de 1956, esta empresa dedicava-se às atividades de indústria de
serração, corte e polimento de mármores.
Em 1966, transfere as suas instalações e expande o seu ramo de atividade à execução de qualquer tipo de Pedra (mármores,
calcários, granitos, ardósias e xistos) para a construção civil (ombreiras, vergas,
peitoris, escadas, lareiras, forros exteriores para prédios, lambrins para
casas de banho, halls, pisos decorativos, etc).
Passou a dedicar-se também à execução de
Peças Específicas: Arte Sacra, Esculturas, Estatuetas, etc.
De acordo com dados no site institucional da
organização referentes a 2011, o seu quadro técnico era constituído por 28
funcionários qualificados, e com larga experiência no ramo, distribuídos pelas
secções de Desenho, Fabrico e Administração.
Esta “fábrica”, encerrada em 2012, é a mais
recente baixa do praticamente extinto e imponente núcleo industrial da Pedrulha,
na zona norte do município de Coimbra.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Companhia de Papel de Góis
A Companhia de Papel de Góis, foi fundada em
1912 na localidade de Ponte de Sótão pela mão de Francisco Inácio Dias
Nogueira, político e empresário com direito a busto no Largo Francisco Inácio
Dias Nogueira, claro está.
Dando continuidade ao ramo do papel já
existente na região e explorando a preciosa água do Sotão (afluente do Ceira que, por sua vez, o é do Mondego), esta fábrica ajudou a consolidar esta indústria. Foi também muito
importante para o desenvolvimento tecnológico na Região visto que foi
necessário construir a Central Hidroelétrica de Monte Redondo, o que permitiu
que Góis fosse possuidora de iluminação elétrica pública antes mesmo de Coimbra
(capital de distrito).
De acordo com o que pude apurar, esta fábrica
fez prosperar a pequena localidade onde se fixou empregando mais de 300 trabalhadores, terá
fechado "há mais de duas décadas" dando origem a um drama social local.
"Falta de visão" terá sido o problema desta gigante adormecida entre
as serras e junto ao rio...
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